O que é transtorno mental?
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TRANSTORNO MENTAL

O Transtorno mental é a alteração do funcionamento da mente que prejudicam o desempenho da pessoa em diversos aspectos de sua vida, tais como: família, vida social, meio profissional, nos estudos, na compreensão de si e dos outros, na possibilidade de autocrítica, na tolerância aos problemas e na possibilidade de ter prazer na vida em geral.

Transtornos Mentais como a ansiedade, depressão, distúrbios alimentares, dependência química, demência e esquizofrenia, podem afetar qualquer pessoa em qualquer época da sua vida. Na realidade, elas podem causar mais sofrimento e incapacidade que diversos problemas de saúde.

Os transtornos mentais, em geral resultam da soma de muitos fatores como:

• Alterações no funcionamento do cérebro;
• Fatores genéticos;
• Fatores da própria personalidade do indivíduo;
• Ação de um grande número de estresses;
• Agressões de ordem física e psicológica;
• Perdas, decepções, frustrações e sofrimentos físicos e psíquicos que perturbam o equilíbrio emocional;

Podemos então afirmar que os transtornos mentais não têm uma causa específica, mas que são formados por fatores biológicos, psicológicos e socioculturais.

Os Transtornos Mentais são tratáveis e respondem favoravelmente ao tratamento médico e outros tratamentos, como tantas outras doenças. O problema da doença mental é que o preconceito pode dificultar a busca de ajuda pela pessoa que sofre e também atrapalhar para que outros a auxiliem.

Os transtornos mentais são tratados, de uma maneira geral, com a associação de meios psicológicos, terapêuticos e medicamentos (psicofármacos). Algumas condições não requerem o uso de medicamentos e são tratados apenas por meios psicológicos e terapêuticos. Caberá ao profissional que faz o diagnóstico ao ter o primeiro contato com o paciente, fazer a indicação de que recursos serão necessários para a recuperação da saúde mental de cada pessoa.

Aproximadamente 12,6% dos brasileiros entre 6 e 17 anos apresentam sintomas de transtornos mentais importantes é o que a Associação Brasileira de Psiquiatria divulgou após pesquisa em parceria com o Instituto Ibope em 2008.

A maior parte das crianças e adolescentes apresenta sintomas para mais de um transtorno mental. Mais de 3 milhões (8,7%) têm sinais de hiperatividade ou desatenção; 7,8% possuem dificuldades com leitura, escrita e contas (sintomas que correspondem ao transtorno de aprendizagem), 6,7% têm sintomas de irritabilidade e comportamentos desafiadores e 6,4% apresentam dificuldade de compreensão e atraso em relação a outras crianças da mesma idade.

Sinais importantes de depressão também aparecem em aproximadamente 4,2% das crianças e adolescentes. Na área dos transtornos ansiosos, 5,9% têm ansiedade importante com a separação da figura de apego, 4,2% em situações de exposição social e 3,9% em atividades rotineiras como deveres da escola, o futuro e a saúde dos pais.

Mais de 1 milhão das crianças e adolescentes (2,8%) apresentam problemas significativos com álcool e outras drogas. Esta população parece ter enfrentado uma dificuldade ainda maior para conseguir tratamento. Na área de problemas de conduta, como mentir, brigar, furtar e desrespeitar, 3,4% das crianças apresentam problemas.

A Clínica Maia que está sempre alerta com os novos dados estatísticos em Saúde Mental no Brasil e no Mundo repassa estes dados informativos importantes para pais e educadores.

Fonte: www.abpbrasil.org.br

TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é estimado para 3 a 6 % das crianças em idade escolar.

As principais características do TDAH são falta de atenção, agitação e impulsividade. Uma porcentagem importante destas crianças apresenta dificuldades escolares, transtornos do humor e ansiedade com riscos para abuso de álcool e drogas.

Dificuldades no aprendizado, comportamentos “desastrados” e uso de drogas são os principais motivos consequentes ao TDAH que as famílias e educadores reconhecem que a criança ou adolescente precisa de assistência psiquiátrica.

O tratamento na maioria dos casos tem um bom resultado para a qualidade de vida da criança e sua família com reconhecimento dos educadores.

Podemos definir a demência como um declínio global e progressivo da memória, do intelecto, da crítica e da personalidade. Podemos, com mais propriedade, considerar a demência como uma síndrome de perda adquirida das funções cognitivas, de alterações no comportamento e perda de funções sociais. Graças à melhora das condições sanitárias e de cuidados com a saúde, o tempo de vida médio do ser humano vai sendo aumentado e com este aumento um maior número de indivíduos atinge a idade onde o surgimento das demências é mais provável. Na população de 40 anos a ocorrência é de apenas 0,1%, número que aumenta para 25 a 50% nos que têm acima de 85 anos.

Para termos uma ideia da extensão do problema podemos mencionar que os Estados Unidos tem atualmente 6 milhões de pessoas afetadas pelas demências e o custo de apenas uma das formas de demência, a doença de Alzheimer, é calculado em 67 bilhões de dólares anualmente.

Todos nós teremos que conviver com o problema de alguma forma e é muito importante o conhecime.

As principais causas são:

1. Corticais (com alterações na camada mais superficial do cérebro, o córtex cerebral)
• doença de Alzheimer
• degeneração frontotemporal, que inclui abuso de álcool/drogas

2. Subcorticais (com alterações na camada abaixo do córtex cerebral) • demência por múltiplos infartos
• doença de Parkinson
• paralisia supranuclear progressiva
• doença de Huntigton
• hidrocefalia de pressão normal
• demência relacionada a AIDS

3. Cortico-subcorticais (com alteração tanto no córtex quanto nas camadas abaixo dele)
• demência vascular
• demência com corpúsculos de Lewy
• degeneração corticobasal

4. Generalizada
• doenças por príon, incluindo a doença de Creutzfeldt-Jakob (doença da vaca-louca)

5. Outras • tóxico-metabólicas incluindo hipotireoidismo, deficiência de vitamina B12 e drogas/metais
• infecções incluindo neuro-sifilis
• traumatismos cranianos

As desordens demenciais atingem principalmente pessoas que são idosas ou muito idosas. Entre os que têm acima de 65 anos o número fica entre 5 e 8% da população. Acima de 75 anos a proporção atinge 15-20% e acima de 85 anos vai para 25-50%.

Estudos feitos com métodos diferentes mostram uma relação consistente entre a ocorrência da demência e a faixa etária. A cada cinco anos de avanço na idade, a taxa de ocorrência é duplicada. A doença de Alzheimer é a mais comum.

O estágio inicial dura de dois a quatro anos e levanta a suspeita diagnóstica em função de confusão de nomes e lugares, dificuldade de lembrar o que se quer lembrar, dificuldade de tomar decisões, dificuldade de lidar com dinheiro e outras situações da vida cotidiana. Surge ansiedade elevada em função dos sintomas e tendência de evitar as pessoas.

O segundo estágio pode durar de dois a dez anos após a suspeita diagnóstica. Os pacientes apresentam falhas de memória mais acentuadas e maior confusão, inquietação, dificuldade de reconhecer familiares e amigos, problemas com a linguagem, com o pensamento lógico, com a percepção e alterações nos relacionamentos sociais.

O estágio final pode durar de um a três anos com dificuldade até de saber quem se é; ocorrem graves defeitos na linguagem e comunicação, há oscilações de humor com apatia e irritabilidade, agitação, dificuldade de deglutição, tônus muscular aumentado e podem ocorrer convulsões.

Nem todos os pacientes apresentam esta sequência de estágios e há uma variação muito grande na velocidade de progressão da enfermidade.

As diferenças entre uma pessoa com demência e outra com sinais de envelhecimento normal podem ser muito sutis, principalmente com a demência nos estágios iniciais. Estima-se que mesmo que pacientes com início de demência sejam levados às consultas médicas há uma falha no reconhecimento da condição variando de 20 a 70% das oportunidades de estabelecer uma suspeita diagnóstica.

É muito comum as pessoas, principalmente as mais velhas, esquecerem o nome de alguém e depois lembrar, esquecerem onde colocaram as chaves do carro e depois conseguem encontrá-las. As pessoas com demência fazem estes esquecimentos com elevada frequência e não conseguem, mesmo com esforço, recuperar as informações desejadas e, às vezes, os familiares encontram as chaves que estavam sendo procuradas na geladeira ou no açucareiro.

Com o avanço da demência vai ficando claro que os pacientes não apresentam apenas falhas na memória, mas que o julgamento, o sentido crítico da pessoa está alterado. A pessoa parece agir irresponsavelmente e sem adequação ao ambiente, não demostrando nenhuma preocupação de como suas decisões podem afetar o ambiente ou outras pessoas. Vestem várias camisas ou usam roupas sujas sem nenhum embaraço. Nesta altura fica muito claro que a pessoa não apresenta os sinais do envelhecimento normal. Algo muito diferente e grave está ocorrendo e já não é difícil suspeitar de uma demência.

Quando o médico recebe um paciente que está apresentando declínio de duas ou mais das capacidades intelectuais: memória, cálculos, linguagem, capacidade crítica, planejamento sequencial, abstração e manipulação viso-espacial, ele inicia um processo de exclusão das enfermidades que podem ter a demência como uma de suas manifestações. Uma vez feita esta eliminação o médico conclui que o paciente apresenta demência e nada mais. As manifestações clínicas orientam o diagnóstico de qual pode ser o quadro demencial.

Não há exames específicos e testes que ajudem nesta tarefa. Tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética podem contribuir, bem como exames de laboratório. Muitas vezes o diagnóstico só pode ser comprovado após a morte do paciente com a realização de exames microscópicos do cérebro.